quinta-feira, abril 16

O Grande Irmão

Estas coisas andam aí por todo o lado, atentas como aves de rapina. Protecção ou invasão?

6 comentários:

Conceição Duarte disse...

Sabia que amei a foto! kkkkkkkkkkkkkkkk
E quer saber uma coisa?
Pra mim, o máximo de mim que eles podem flagrar, é uma tiradinha de melequinha do nariz... Ahahahahah Não devo nada a ninguém, ando semre na minha ordem, tenho é medo , SEMPRE dos outros que a cada vez mais, entendem menos os sinais de trânsito, de educação, e gestos sutís, de um sorriso largo, e de não sonegar impostos... de assaltar na rua... to foda de tudo isso kakakakakakakak Pra mim "que se mene frega" kkkkkkkkkkk bjus, CON

Chapa disse...

Quem nos protege dos protectores?

luisM disse...

Vocês, também, ficam logo ansiosos com estes artefactos, a começar pelo mestre Ogre que deve ser uma pessoa com a tensão alta e muito alarmista.

A coisa de espreitar funciona? A maior parte delas está avariada, e mais umas quantas servem para enfeitar. Das que funcionam, parte delas gravam mal ou com uma imagem tão desgraçada que não se percebe o que está filmado e parte das outras ninguém liga nenhuma até ser assaltado. Resumindo, não servem para nada, a não ser para os putos, à noite, mandarem pedradas.
Neste caso nem é da televigilância que se trata. A casa pertence a um velhote reformado entusiástico adepto da Arte Pública conceptual e de intervenção. É uma instalação de cariz estético, em que objectos funcionais de utilização pública de épocas diferentes se confrontam na sua simbologia: o passeio público romântico personalizado do candeeiro Arte Nova e a sociedade da informação de privadas vivências virtuais da câmara de televigilância.
O nosso velhinho não precisa de sair de casa para espreitar as moçoilas que passam perto da porta, imaginando encontros fugazes e escaldantes com a ucraniana que trabalha na vivenda do lado.

Ogre disse...

Ah bom, sendo assim...

jugioli disse...

Um ícone da modernidade.

adorei vir conhecer o seu espaço mitíco


@dis-cursos

Anónimo disse...

Adorei este espaço. Voltarei cá mais vezes... para ver desgraças da tão querida e moderna cidade de Almada.